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Mostrando postagens de fevereiro, 2016

HÁ MUITOS MAIS MISTÉRIOS ENTRE O CÉU E A TERRA ...

Hamlet sabia do que estava falando ao dizer sobre o que a filosofia vã não pode saber, creio que também ele sabia a quem se dirigia. Quanto mais procuro, mais há o que buscar. Quanto mais sei, mais tem para saber, e o que sabia não se fixa, parte se perde no esquecimento.  Há as possibilidades de pensar-se de dentro ou fora de si. Isso não quer dizer que se possa divorciar-se do mim-mesmo para iniciar uma análise mediante separação. O que posso é ver-me no outro, como em um espelho, no que está próximo, mas que não está em mim. Mas, não falo de Narciso, nem do fim que o alcançou. Identificar-se somente consigo só pode dar nesse fim, pois quem que é mortal que possa ser fonte de luz. Isso é típico da arrogância. Quanto a isso, com quem (ou o que) nos identificamos pode nos dar muitas pistas. Reflexos e difrações fazem parte do processo. Vou falar bem baixinho: - " Há luzes que não são luzes, só se parecem com elas ". Se pensarmos abstrato, o que não é luz? Falo das coi...